19 março, 2009

Sementes

Germinam, geram vida, transformam-se, morrem.
Sementes somos todos nós.

17 março, 2009

Tem para troca?

Era tão fácil se pudessemos simplesmente trocar coisas. Não falo de objectos, falo de situações, de pessoas, de vidas... Algo mais complexo, e impossível.

A Déb contou-me que alguém cujo nome não deve ser pronuncioado (e estou a dar uma de Harry Potter) queria trocar umas botas velhas... Alegando a má qualidade do produto em questão. Apesar de já ter testado repetidamente essa má qualidade... Sim, porque se calço uns sapatos na sapataria, convém levantar-me, dar uns passos... Verificar a suposta boa qualidade do produto, ou não. O que conta afinal é a relação qualidade - preço. Para mim o mais importante é o design, se não gosto, ficam de lado! Depois, entre os mais catitas verifico o preço. Em caso de dúvida, experimento alguns e o mote para a decisão final recai no conforto! Esse devia ser o principio básico na compra de calçado... Mas... vamos sempre pelas aparências e pelo preço (eu pelo menos).
Já comprei produtos a preços que considero elevados (20€ umas sabrinas no Intermarché), sim, aí mesmo... Jurei para nunca mais. As ditas sabrinas são lindas, de facto... Mas... apesar do seu elevado preço... Fazem-me feridas... e sim, tentei valer o preço e pus os recomendados pensos rápidos. Cheguei a ter 3 ou 4 num pé. Simplesmentenão funciona!
Desisti delas, pelo menos durante algum tempo. Tenho-as guardadas, não as possodeitar fora, são demasiado giras, foram demasiado caras e pior... estão novíssimas!!!

Para evitar este tipo de erros, penso bem antes de comprar calçado. Para mim é indiferente a marca, a loja, etc. Tenho é que os experimentar bem! E evitar correr riscos, comprando algo caro, onde nunca comprei nada... É de evitar se não tivermos referências.

Com esta pequena lição, descubri que o meu pé não é um Mosqueteiro...


E voltando à questão das trocas. Acredito que tudo tem uma razão de ser. Que nada acontece por acaso. Que devemos aprender com a vida e saber tirar partido das coisas. Mas... sinceramente... Não desejaram nunca, por 5 segundos que fosse, trocarem o vosso pequeno mundo por outro qualquer?
Frases como "não imaginas o que sinto"... E se pudessemos imaginar? Se realmente pudessemos sentir? Algo como...
A - Estou não triste... Não imaginas o que sinto.
B - Quero por-me no teu lugar.
A - Então vamos trocar por 5 segundos.
...
B - Agora sei perfeitamente como te sentes.


Talvez o mundo fosse mais calmo e feliz.