23 abril, 2007

Um livro...

Hoje é o dia do livro. Decidi então escrever sobre os livros. De forma breve, já que o meu tempo livre é escasso e prefiro dedica-lo a outras coisas que não esta vida «virtual».
O livro que mais me marcou até hoje foi «Os Filhos da Droga». Também fui uma daquelas que lei e até gostou do livro «A Lua de Joana»... Um livro que li na idade errada, acredito hoje. Tal como a maioria dos livros que li.
Confesso que também li o livro do Alvim, «No dia em que fugimos, tu não estavas em casa»... venham mais livros Alvim, que eu estou cá para os ler! Gostei da simplicidade e da complexidade do livro... emprestei-o a uma amiga... mas ela não o apreciou ... Os livros não podem ser aceites por todos!
E depois... há todo o universo Paulo Coelho que me fascinou e prendeu com «O Alquimista»... Agora começo a cansar-me do estilo... E porque ao lermos um livro do autor sabemos automaticamente o final de todos os outros... Os livros são aquilo que eu idealizo, mas agora descubri que preciso de mais.
Estou no Virgilio Ferreira... Li a «Aparição» no secundário e fiquei em êxtase... Decidi aproveitar uns vales de desconto Fnac e tentar outro livro... Apesar do pouco tempo, vou lendo aos poucos e estou a gostar... "Ganda" Virgilio!

19 abril, 2007

E tudo o vento levou…

O tempo já começa a aquecer… e a arrefecer também. Ninguém sabe como será o dia de amanhã, ninguém sabe. Eu espero. Já não me importam os dias de sol ou de chuva. Com toda a seriedade aceito os problemas pela frente. Não baixo a cabeça. Sofro. Mas já não sou um boneco.

Vou andar às voltas, STOP! Parar, recomeçar de um outro ponto qualquer. Com menos certezas, mas com a convicção que pelo menos, vai ser tudo diferente.
Meto a primeira e parto em busca do desconhecido. Não quero ir sozinha. Mas não me importo de arriscar. São experiências. E eu serei a primeira a ter as reacções das acções da vida.

17 abril, 2007

Odores



Hoje comprei um perfume de coco... melhor que o coco, seria encontrar um perfume de baunilha... quem sabe...


zen

Há momentos em que temos de parar. como se pudessemos ter um botão de «pause» na cabeça... carregávamos e tudo parava, até nós próprios... um stop, um eject... e um play, que é sempre bienvenido.

E só temos de imaginar esse botão... acreditar que ele existe e pressioná-lo com força... olhar em volta e impedir o avanço do que nos rodeia...


Não me dêem filosofias, nem psicologias. Sou um caso único sem estudo prévio, tal como todos os homens o são.


E à noitinha, quando chego a casa, deixo esboçar um sorriso. Estou de consciência tranquila e de barriga cheia, o que mais posso desejar?